terça-feira, 1 de junho de 2010

Filho Rebelde

Toda mãe sofre quando tem um filho rebelde. Sempre que eu vejo esses casos as mães se perguntam onde foi que ela errou.
A mulher fica toda feliz quando descobre a gravidez. Começam os preparativos do enxoval, vem os enjôos, são nove meses de espera e dificuldades.
Quando o filho nasce a alegria é imensa, em alguns instantes se esquece a dor do parto. Novamente começam os preparativos, agora não mais do enxoval, mas da educação. A mãe se preocupa com o alimento, as vestes a melhor escola, faz tudo para que seu filho tenha o melhor, ensina a boa educação, faz de tudo para que o filho não sofra o que ela já sofreu.
Mas não adianta, o filho cresce, começa ter seus próprios pensamentos, se acha mais sábio que sua mãe, se rebela e sai de casa, a mãe sofre, mas tem que esperar que ele mesmo descubra o quanto ainda precisa dela.

Assim é com a nossa mãe espiritual, a IGREJA.
Diariamente os servos de Deus lutam para que pessoas sofridas cheguem à igreja. Elas vem, começam os primeiros preparativos para a conversão, começam as lutas contra os encostos que acompanharam aquelas pessoas a vida toda. Não é fácil, muito jejum, oração, meditação para que Deus possa usá-los para dar uma direção que leve aquelas pessoas a fé. A pessoa se liberta, tem o encontro com Deus. É uma alegria a criança nasceu. Continuam os ensinamentos, os milagres acontecem, a pessoa começa a servir à Deus, já aprendeu andar com suas próprias pernas, já está conduzindo outras pessoas à Deus.
Mas ela não vigia, começa a ter seus próprios pensamentos, o que o servo de Deus fala já não é mais para ela. Logo vem os pensamentos, não é bem assim...
Infelizmente ela está a um passo de se afastar, o servo de Deus percebe, tenta ajudar, orienta, cuida. Mas já é tarde, a pessoa se rebela contra o pastor, contra a igreja, esquece tudo que foi feito por ela, até os milagres ela se esquece, até que ela se afasta.
A dor da igreja é imensa, mais uma alma distante de Deus, mas uma pessoa tomando sua vida das mãos de Deus. Vamos atrás, mas a pessoa está irredutível. O que fazer?
Infelizmente, em alguns casos, esperar que aquela pessoa perceba o quanto ela ainda precisa de Deus. E orar para que não seja tarde demais.

E nós que estamos na fé, temos que vigiar a cada dia como está nosso coração, como estão nossos olhos em relação a igreja, em relação aos servos de Deus, aos nossos companheiros de trabalho. Será que não estamos tendo nossos próprios pensamentos?
Não foi à toa que fomos alertados na palavra de Deus.


"Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia."
( I Coríntios 10.12)

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